Especialistas da Unico apontam o equilíbrio entre segurança e fluidez do cadastro ao saque como o alicerce para a conversão de usuários durante o torneio.

São Paulo, 01 de junho de 2026 - A Copa do Mundo de 2026 representa um marco histórico para o ecossistema esportivo e, de forma inédita, para o setor de iGaming no Brasil. O torneio ocorrerá, pela primeira vez, sob um mercado de apostas totalmente regulamentado. Esse cenário cria uma oportunidade gigantesca de aquisição de novos apostadores, mas traz um desafio técnico e operacional sem precedentes: suportar o aumento extremo de acessos simultâneos sem comprometer a segurança ou gerar atrito na jornada do cliente.
Durante grandes competições, o comportamento do apostador é guiado pelo imediatismo: decisões de cadastro, aposta ou saque acontecem em janelas muito curtas, minutos antes do jogo, no intervalo ou logo após o apito final. Essa dinâmica pressiona a infraestrutura das operadoras a processar picos massivos de demanda sem perda de desempenho.
Os volumes recentes ilustram essa exigência. Em abril, a Unico processou 50 milhões de movimentações em iGaming no mês, o equivalente a 1,6 milhão de verificações diárias. Para o Mundial de Futebol de 2026, a projeção supera 150 milhões de transações, cerca de 5 milhões por dia, impulsionadas principalmente pelos picos concentrados de apostas e saques pós-jogo. Neste contexto, a infraestrutura tecnológica deixa de ser apenas um diferencial e torna-se a garantia de sobrevivência dos negócios.
"Segurança não é um luxo, é infraestrutura crítica. O novo apostador da Copa do Mundo exige agilidade. Ele quer baixar o aplicativo, realizar o depósito e fazer o seu palpite em tempo real", explica Fernanda Beato, General Manager da Unico. "O desafio central das operadoras é garantir uma entrada fluida para os usuários legítimos e, simultaneamente, erguer uma barreira intransponível contra fraudadores em momentos de altíssima demanda".
Para auxiliar o setor nesta transição, especialistas da Unico mapearam as principais boas práticas para escalar operações durante o Mundial:
A jornada de onboarding precisa ser contínua. Ferramentas de verificação de identidade devem operar nos bastidores, aprovando apostadores legítimos de forma silenciosa e rápida. Interrupções longas no cadastro ou processos burocráticos resultam em abandono imediato das plataformas de apostas.
Grandes eventos globais atraem cibercriminosos na mesma proporção em que atraem novos clientes. O uso de deepfakes e fraudes sintéticas tende a aumentar exponencialmente. Para mitigar esses riscos, as operadoras devem adotar tecnologias biométricas com Prova de Vida (Liveness), capazes de distinguir humanos de inteligência artificial de forma nativa e sem exigir esforço extra do usuário.
A Unico é a rede líder em verificação de identidade na América Latina e uma provedora global de infraestrutura de confiança. Utilizando tecnologia proprietária de biometria facial e machine learning, a Unico elimina fraudes e protege as transações digitais para um mundo mais seguro e eficiente. Para mais informações, acesse www.unico.io.
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