KYC & Fraud Prevention

Porque um KYC não é suficiente para deter uma fraude?
Imaginemosum caso hipotético, mas muito próximo da realidade que vivemos hoje: tudoparecia em ordem. O documento era autêntico, a selfie coincidia perfeitamente,o e-mail e o telefone estavam validados, e o sistema emitia um confiante“aprovado”.
Noentanto, apenas um mês depois, a verdade veio à tona. Aquele cliente nunca tevea intenção de pagar. Mas o mais alarmante é que não era a primeira vez que agiaassim. Em outras empresas, ele já havia solicitado créditos com nomes edocumentos diferentes... mas sempre com o mesmo rosto.
Esta éa dura realidade de muitas empresas que descobrem, tarde demais, que um KYCimpecável não garante segurança. O que antes bastava para conter a fraude, hojeé apenas a primeira barreira, facilmente ultrapassada por fraudadores cada vezmais sofisticados.
A pergunta inevitável surge: o que épreciso para realmente detê-los?
O problema: um sistema que ficou no passado
Não fazmuito tempo, obter um cartão ou um crédito era um ritual quase inabalável: ir àagência, mostrar sua identificação, assinar papéis e aguardar a aprovação. Eraum sistema lento, sim, mas também previsível.
Com achegada da pandemia e o boom dos serviços digitais, tudo mudou. As instituiçõesfinanceiras adaptaram-se rapidamente, incorporando soluções tecnológicas queadicionaram camadas de segurança biométrica e validações documentais. Até mesmoa CURP, que hoje inclui dados biométricos como foto, impressões digitais e atéíris digital, foi integrada como mais um recurso para validar a identidade.
Mas ojogo continua evoluindo... e não a nosso favor. Hoje, os criminosos usammáscaras hiper-realistas, imagens geradas com inteligência artificial emanipulação avançada de aplicativos. Os dados podem coincidir, o rosto pode sero mesmo da CURP, mas a intenção não. Um solicitante pode ter documentoslegítimos e, ainda assim, pedir um crédito sem intenção de pagá-lo.
Em outras palavras: Continuamosconfiando em um sistema que identifica quem você é, mas não como você age.
Detectar o fraudador: além dos documentos
Arealidade é que uma identidade legal nem sempre reflete uma intenção legítima.Um fraudador pode apresentar uma identificação oficial autêntica, uma selfieperfeitamente coincidente e documentos em dia... mas ter um objetivo muitodiferente: aproveitar-se do sistema, obter um benefício e desaparecer. Nesseinstante, todos os filtros documentais perdem o valor.
Porexemplo: Os métodos tradicionais para detectar fraudes, como analisar oendereço IP, o e-mail e o telefone, têm sido por muito tempo a primeira linhade defesa no processo de validação. No entanto, de acordo com uma análiserealizada em 2024 por nossa equipe de dados, a eficácia dessas técnicas estádiminuindo: a validação de e-mail detecta 13% menos fraudes em comparação com2023, e a capacidade de identificar fraudes por meio da análise de IP caiu de6,9% para 3,9%.
Averdadeira luta contra a fraude exige ir além da validação estática de dados econcentrar-se no comportamento, porque o desafio não é apenas confirmar quemalguém é, mas antecipar o que planeja fazer.
Isso nos confronta com uma verdadeincômoda: O único elemento que um fraudador não pode alterar com facilidade é oseu rosto.
O futuro: colaboração e biometria avançada
Apartir dessa realidade, nasceu uma rede colaborativa que permite às empresasidentificar, em tempo real, se um usuário que tenta se registrar já cometeufraude em outra instituição. Uma mudança de paradigma que supera a abordagem doKYC tradicional, limitada a validar documentos e dados individualmente.
NaUnico, somos especialistas em levar essa visão a outro nível, integrando doiselementos-chave:
- Motor biométrico orquestrador: ao abrir a câmera para a selfie, o sistemaalterna entre diferentes motores de reconhecimento facial, dificultando que uminvasor antecipe ou manipule a verificação.
- Rede de identidade compartilhada: as empresas participantes podem identificarrostos previamente vinculados a fraudes ou inadimplência, mesmo que o documentoou os dados tenham sido modificados.
- Ao contrário de uma prova de vida,essa tecnologia detecta padrões de fraude que vão muito além da validaçãodocumental.
A nova fronteira contra a fraude no México
Nopassado, a defesa terminava quando um documento coincidia com um rosto. Hoje,sabemos que isso não basta. As redes colaborativas transformaram cada fraudedetectada em um sinal de alerta compartilhado. A biometria dinâmica aprendeu amudar antes do invasor. E a análise de comportamento revela aquilo que osdocumentos nunca mostrarão: a intenção.
NoMéxico, as empresas caminham por um terreno cada vez mais incerto, onde atecnologia avança a passos largos e o desconhecido se torna a constante. Nessecenário, apegar-se a processos antigos já não é uma opção; é como tentar pararuma onda com as mãos. Agora, mais do que nunca, são necessárias agilidade,inovação e colaboração real para antecipar os movimentos da fraude.
Nestenovo terreno, a prevenção é uma corrida contra o tempo... e vencem aqueles queconseguem se antecipar.
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A Unico é a única rede de identidade que substitui a incerteza pela convicção, o atrito por viagens perfeitas e o risco pela parceria.



