Meninas de 16 e 17 anos são as principais vítimas de exposição a conteúdo controverso no ambiente digital, aponta pesquisa da Unico

Em parceria com a Ipsos, o levantamento aponta hiperconectividade de jovens e reforça que a percepção de baixa supervisão parental está associada a um risco maior de exposição

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São Paulo, 13 de Fevereiro de 2026 – Após o Dia Internacional da Internet Segura, na última terça-feira (10), o debate sobre o uso responsável da tecnologia e a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital ganha destaque. Uma pesquisa inédita realizada pela Ipsos, empresa especializada em pesquisa de mercado e opinião pública, em parceria com a Unico, rede líder em verificação de identidade, revela um cenário de hiperconectividade entre jovens e aponta vulnerabilidades importantes relacionadas à exposição precoce, supervisão parental e segurança online.

O levantamento incluiu 1.200 crianças e adolescentes entre 10 e 17 anos e evidencia que o acesso à internet é praticamente constante: 85% afirmam acessar a rede mais de uma vez ao dia, e 96% dizem possuir ao menos uma rede social. A alta frequência de uso amplia as oportunidades de aprendizado e socialização; em contrapartida, expõe os jovens a riscos significativos quando não há mecanismos eficazes de proteção.

De acordo com a pesquisa, no último ano, 57% dos entrevistados afirmam ter sido expostos a algum tipo de conteúdo controverso no ambiente digital. Desse público, um recorte de gênero bastante significativo ganha destaque: 72% são meninas, entre 16 e 17 anos.

Ainda, 18% dos jovens relataram tratamento ofensivo, desagradável ou ameaças no online. Esse risco atinge de forma ainda mais direta jovens entre 16 e 17 anos, que representam 24% dos casos do recorte.

Cerca de um em cada cinco respondentes já passou por alguma situação de perigo ou desconforto na internet. Nota-se uma tendência de risco significativamente maior quanto maior a idade (indo de 17% entre 10-13 anos para 28% entre 16-17 anos) e quanto menor a percepção de supervisão parental (de 17% entre os pais que sabem muito para 31% entre os pais que sabem nada).

O objetivo da pesquisa é analisar a percepção e comportamento das crianças e adolescentes na Internet e entender possíveis riscos e oportunidades atrelados à vivência do mundo online, tais como: vazamento de dados; uso de biometria; jogos e apostas; acesso a conteúdo sensível, como pornografia; cyberbullying; e assédio.

Os resultados são divulgados em um momento de avanço das discussões regulatórias sobre proteção da infância e adolescência no ambiente digital. No Brasil, o tema ganha força com a implementação do ECA Digital (prevista para 17 de março deste ano) que estabelece deveres para plataformas e serviços online na prevenção da exposição de menores a conteúdos inadequados, incluindo a adoção de mecanismos de verificação etária confiáveis.

Debates semelhantes ocorrem em outras regiões do mundo, como União Europeia e países da Oceania, onde reguladores enfrentam o desafio de equilibrar segurança, experiência do usuário e privacidade.

"Os dados apontam que a discussão sobre internet segura deixou de ser abstrata. Estamos falando de uma geração hiperconectada, exposta diariamente a riscos reais. A boa notícia é que já existem soluções tecnológicas capazes de proteger crianças e adolescentes sem criar novos problemas de privacidade", afirma Luis Felipe Monteiro, vice-presidente global de Relações Institucionais da Unico.

Presente em mais de 20 países, a Unico desenvolveu uma tecnologia capaz de confirmar com 100% de certeza se uma pessoa é maior de idade a partir da captura de uma selfie. A solução foi concebida com base em princípios de privacy by design, eliminando a necessidade de coleta ou compartilhamento de dados sensíveis, como CPF, e garantindo que a plataforma que solicita a verificação receba apenas a resposta objetiva: se o usuário é ou não maior de idade.

"O Dia da Internet Segura é um convite para avançarmos na discussão de soluções concretas sobre o tema. Proteger jovens no ambiente digital exige mecanismos eficazes, proporcionais e alinhados a direitos fundamentais como a privacidade", conclui Monteiro.

Para mais informações e manifestação do interesse em testar a solução da Unico, acesse: bit.ly/WaitlistAgeVerification

Metodologia:

Estudo quantitativo realizado pela Ipsos a pedido da UNICO no Brasil. Foram realizadas 1.200 entrevistas via Painel online Ipsos. Margem de erro de 2,8p.p.

Sobre a Unico

A Unico é a maior rede de verificação de identidade do mundo e um elo de confiança da sociedade digital. Com soluções baseadas em biometria facial, machine learning, e camadas reforçadas de segurança, a Unico valida com 100% de certeza quem está realizando uma transação e os riscos de identidade atrelados. Desta forma, combate fraudes, protege dados e promove a confiança entre pessoas e empresas, colaborando para a construção de um mundo mais seguro e menos burocrático. Fundos de renome global como SoftBank, General Atlantic e Goldman Sachs confiam e investem na Unico. Saiba mais em www.unico.io.

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